Elisabeth Fritzl nunca mais quer ver o pai, diz irmã a jornal http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/05/14/vitimas_de_josef_fritzl_se_dirigem_a_opiniao_publica_pela_primeira_vez_1311314.htmlVítimas de Josef Fritzl se dirigem à opinião pública pela primeira vez http://ultimosegundo.ig.com.br/paulo_moreira_leite/2008/05/14/fui_abusada_por_meu_pai_diz_arlene_60_anos_1310803.htmlFui abusada por meu pai, diz Arlene, 60 anos " / Elisabeth Fritzl nunca mais quer ver o pai, diz irmã a jornal http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/05/14/vitimas_de_josef_fritzl_se_dirigem_a_opiniao_publica_pela_primeira_vez_1311314.htmlVítimas de Josef Fritzl se dirigem à opinião pública pela primeira vez http://ultimosegundo.ig.com.br/paulo_moreira_leite/2008/05/14/fui_abusada_por_meu_pai_diz_arlene_60_anos_1310803.htmlFui abusada por meu pai, diz Arlene, 60 anos " /

Natascha Kampusch descarta envolvimento da mãe em seqüestro

A jovem austríaca Natascha Kampusch, que permaneceu seqüestrada durante mais de oito anos por um desequilibrado, compareceu nesta quinta-feira a um tribunal civil de Graz (sudeste da Áustria) e descartou qualquer envolvimento de sua mãe no crime. http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2008/05/12/elisabeth_fritzl_nunca_mais_quer_ver_o_pai_diz_irma_a_jornal_1308031.htmlElisabeth Fritzl nunca mais quer ver o pai, diz irmã a jornal http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/05/14/vitimas_de_josef_fritzl_se_dirigem_a_opiniao_publica_pela_primeira_vez_1311314.htmlVítimas de Josef Fritzl se dirigem à opinião pública pela primeira vez http://ultimosegundo.ig.com.br/paulo_moreira_leite/2008/05/14/fui_abusada_por_meu_pai_diz_arlene_60_anos_1310803.htmlFui abusada por meu pai, diz Arlene, 60 anos

AFP |

"Esperamos que esta teoria absurda seja descartada de uma vez por todas", declarou o advogado de Natascha, Gerald Ganzger, ao canal N-TV.

AP
Natascha disse que acusação contra sua mãe é
Natascha disse que acusação contra sua mãe é "absurda"
Esta foi a primeira vez que a jovem de 20 anos, que escapou em 26 de agosto de 2006 da casa onde havia sido mantida em cativeiro, no subúrbio de Viena, por Wolfgang Priklopil, compareceu a um tribunal.

Natascha Kampusch aceitou prestar depoimento a favor da mãe, Brigitta Sirny, acusada por um juiz aposentado e detetive autoproclamado de ter supostamente planejado o seqüestro para esconder os abusos sexuais dos quais a filha teria sido vítima quando tinha 10 anos.

Processado por Brigitta Sirny, o juiz, Martin Wabl, foi condenado por suas acusações, mas conseguiu reabrir o caso depois que a jovem reapareceu em 2006.

Natascha Kampusch já havia chamado de fantasiosas as idéias de Wabl em várias entrevistas e negara ter sido vítima de abusos sexuais.

Ela foi seqüestrada em março de 1998 e mantida em cativeiro por mais de oito anos no porão da casa onde vivia Priklopil, que cometeu suicídio na noite de fuga da jovem.

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