Israel vive momentos decisivos

Por Nahum Sirotsky - Correspondente em Israel | - Atualizada às

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Ação terrorista, formação de governo e reconhecimento palestino pelo Vaticano marcam os últimos dias

Atentado em Gush Etzion, ao sul de Jerusalém, nesta semana. Não houve vítimas fatais. Atropelamento proposital, como houve há um mês. Nenhum grupo palestino teria assumido a autoria. 

Dia seguinte, visando transmitir mensagem de paz aos povos, o Vaticano anunciou reconhecimento do direito palestino a um Estado. A decisão da Igreja Católica deverá motivar o mesmo ato por diversos países. 

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As informações destacadas acima podem ter efeitos opostos. De um lado, a probabilidade de uma nova guerra, se houver escalada de violência. De outro, volta às negociações entre Israel e Autoridade Palestina. 

O premiê Benjamin Netanyahu apresentou seu novo Gabinete, nesta quinta-feira. A Situação tem apenas 61 cadeiras, de 120. Trata-se de um sistema parlamentarista, com apenas uma câmara. O povo está atento aos acontecimentos. A cada votação é sempre possível a queda do governo. 

As próximas reuniões em Jerusalém deverão analisar o conflito no Oriente Médio. Existem pressões norte americanas e europeias, para tanto. 

Israel é uma grande potência econômica e militar. No entanto, cresce o número de israelenses interessados em uma vida menos angustiante, pela repetida convocação de militares reservistas às guerras. Os mortos e feridos vão desde rapazes de 18 anos até adultos de quase 50 anos.

*Colaborou Nelson Burd

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