Meios diplomáticos e militares estão convencidos de que Teerã pode ter sua bomba

Por Nahum Sirotsky - Correspondente em Israel | - Atualizada às

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Destruição de Israel faria do Irã a maior potência do Oriente Médio. A Liga Árabe revelou seu terror com tal perspectiva

A questão atômica é preocupante, desde o tempo em que o diplomata americano, Henry Kissinger, ganhou fama internacional. Ele escreveu o livro "Pensando sobre o Impensável", após o fim da Segunda Guerra Mundial, e afirmou: a única solução possível, para o perigo nuclear, seria evitar o conflito. 

Em 1945, os Estados Unidos possuíam a bomba. Os soviéticos se resignaram, até explodirem sua bomba de hidrogênio.

Então, em acordo informal, inauguraram o maior período sem conflitos mundiais, a Guerra Fria. Chegaram a vários entendimentos que levaram à paz total entre as potências mundiais, o que não evitou conflitos menores.

Alguns países desenvolveram projetos atômicos neste período, como o Paquistão. Armamentos convencionais se sofisticaram. A corrida nuclear acabou com o fim da União Soviética.

Meios diplomáticos e militares estão convencidos de que Teerã pode fazer sua bomba em um instante, como anunciou o presidente norte-americano, Barack Obama. O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, teme esta iminência.

A destruição de Israel faria do Irã a maior potência do Oriente Médio. A Liga Árabe, cuja antipatia com os persas é histórica, revelou seu terror, com tal perspectiva.

*Colaborou Nelson Burd

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