De acordo com as pesquisas de opinião, Benjamin Netanyahu, do Likud, deverá ter entre 23 e 25 lugares dos 120 disponíveis

Israel vai escolher a nova formação do Parlamento Nacional no dia 17 de março. O bloco que conquistar o maior número de cadeiras terá prioridade para montar o Gabinete do primeiro ministro.

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Bandeiras israelenses asteadas no bairro de Ulpana, no assentamento da Cisjordânia (arquivo)
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Bandeiras israelenses asteadas no bairro de Ulpana, no assentamento da Cisjordânia (arquivo)

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Segundo pesquisas de opinião, o premiê Benjamin Netanyahu, do centro-direitista Likud, conquistará entre 23 e 25 lugares dos 120 disponíveis. Mesmo número deve obter a coalização Campo Sionista, encabeçada pelo trabalhista Itzhak Herzog e pela ex-ministra da Justiça Tzipi Livni.

Os demais partidos não devem encostar nos primeiros colocados. Mas serão os pesos da balança, pois o vencedor correrá atrás de apoios para chegar a um mínimo de 61 cadeiras no Parlamento. O Likud cresceu depois das tensões nas fronteiras com Libano e Síria.

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As últimas amostras apontam que os direitistas podem receber 77 cadeiras. A centro-esquerda, 68. Estes números são flexíveis, até porque as bancadas governistas não são constituídas apenas por afinidades ideológicas. Ofertas de cargos e ministérios ajudam a unir os opostos.

Outro ponto interessante é o fato de que Netanyahu brigará por votos não com o Campo Sionista, mas com o terceiro colocado, Naftali Benet, do Bayt Hayehudi (Casa Judaica). Eles disputam a mesma faixa de eleitorado. Trocam farpas, mas não exageram nas ofensas pessoais, porque sabem que irão estar juntos após o pleito. Seja no governo, ou na oposição.

*Colaborou Nelson Burd

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