Por enquanto grupo sunita promove aproximação apenas na fronteira com a Síria, mas Benjamin Netanyahu está atento

O Estado Islâmico, apesar de sofrer múltiplos ataques da coalizão encabeçada pelos Estados Unidos, não tem investido contra alvos ocidentais. Os países árabes que fecharam com Obama tomaram essa posição como medida preventiva.

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Conhecido inicialmente por fusão de forças rebeldes no Iraque e Síria, o EI tem por objetivo conquistar o domínio de todos os territórios árabes muçulmanos. Segundo eles, os governos atuais são impuros, ou não cumprem os mandamentos do Alcorão. O que desejam é um contexto que permita a imposição do poder absoluto pelos grupos islâmicos mais radicais, isto é, a organização do califato e todos os outros elementos de um Estado com tais características.

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Algumas frentes de apoio aos americanos vêm da Jordânia, Emirados Árabes e Arábia Saudita, com participação ativa em ataques aéreos, único meio de luta empregado. Obama não quer tropas terrestres, o que resultaria, inevitalmente, em mortes de jovens americanos e de outros países.

No vocabulário religioso muçulmano, sahid siginifca "sacrificado em nome de Deus". Segundo a mitologia, ele não morre, mas ascende ao paraíso, onde tem acesso a todos bens e alegrias, que lhe eram proibidos na terra, inclusive bebidas alcoólicas. Aqueles que se submetem ao EI, fazem isso em defesa ao nome de Alá.

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Para o grupo, as outras pessoas são infiéis e não merecem viver. Esses islâmicos têm assimilado os ataques aéreos da coalizão "como sacrifícios aceitáveis como preço pela estratégia que adotam".

Israel não concebe, de forma alguma, que o Estado Islâmico se infiltre na Jordânia, com quem assinou tratado de paz em 1994. Por enquanto, houve aproximação, apenas na fronteira com a Síria. O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, está atento.

Colaborou Nelson Burd

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