Israel autoriza palestinos da Faixa de Gaza a visitar Jerusalém no Dia do Perdão

Por Nahum Sirotsky - Correspondente em Israel | - Atualizada às

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Habitantes com mais de 60 anos receberam permissão para o final de semana; muçulmanos celebrarão seu Dia do Sacrifício

Este final de semana reserva dois acontecimentos importantes na agenda do Oriente Médio: o Yom Kipur, Dia do Perdão para os judeus, e o Eid Al Adha, Dia do Sacrifício para os muçulmanos.

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A data promete trazer tolerância à região. E um exemplo disso começa na Faixa de Gaza: 500 habitantes com mais de 60 anos receberam permissão de Israel para visitar a Esplanada das Mesquitas em Jerusalém durante a festividade.

Nestes dias, judeus e muçulmanos ficam mais reflexivos, silenciosos. Apesar disto, em 1973, o Egito comandou coalizão árabe para atacar Israel na chamada Guerra do Yom Kipur. Infelizmente, não pode-se dizer que foi exceção.

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No momento, seguem os conflitos envolvendo o Estado Islâmico nas áreas do Iraque e Síria. Milícia curda resolveu reagir aos ataques do EI e entrou no combate. A força aérea americana mira pontos específicos e causa danos aos radicais. Tudo isso na véspera do Eid Al Adha. O Oriente Médio parece desconhecer o que é Fair Play.

Parceiros de tantas batalhas, Estados e Unidos e Israel entraram em desacordo muitas vezes nos últimos anos. O presidente Barack Obama criticou a iniciativa israelense de construir novas habitações em Jerusalém Oriental, requisitada como parte da futura Palestina.

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O premiê Benjamin Netanyahu  respondeu que "trata-se de um bairro judaico dentro de sua própria capital". O motivo da polêmica é o fato da localidade estar fora das linhas da guerra de 1967.

*Com colaboração de Nelson Burd

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