Em 2002, o governo israelense iniciou a construção da barreira de separacção entre Israel e Cisjordânia, alegando como objetivo a proteção de seus cidadãos de ataques palestinos.

O que para Israel é uma parede de segurança é interpretado do lado palestino como um muro de apartheid.

A barreira divisória é ilegal segundo a legislação internacional.

Quando terminada, aproximadamente 85% da barreira estará sobre território palestino ocupado, que inclui Cisjordânia e Jerusalem oriental.

Somente 15% da estrutura segue a chamada linha verde, a demarcação estabelecida no armistício de 1949 entre Israel e Cisjordânia, hoje reconhecida internacionalmente como fronteira entre ambos os territórios.

Segundo dados das Nações Unidas de julho de 2009, 58,3% da barreira estão terminados.

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