Após vídeo viralizar na China, gerente da empresa entrou com processo por difamação; dois funcionários foram presos acusados de compartilhar o conteúdo e espalhar 'falsos rumores' acerca do casal flagrado na filmagem

Funcionários da empresa Southern Power Grid tiverem relações sexuais durante um intervalo na videoconferência
Reprodução/Mirror
Funcionários da empresa Southern Power Grid tiverem relações sexuais durante um intervalo na videoconferência

Sem saber que estavam sendo filmados, um gerente de uma empresa de energia elétrica chinesa e uma funcionária da companhia fizeram sexo em cima de uma mesa da instituição, logo depois de, supostamente, encerrarem uma reunião com representantes de cinco províncias diferentes do país. Os dois acharam que a videoconferência já tinha sido encerrada, não se dando conta de que as câmeras estavam ainda ativadas.

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De acordo com informações do Mirror , os dois funcionários da empresa Southern Power Grid, em Gaungzhou, mantiveram relações sexuais durante o intervalo da videoconferência.  As imagens acabaram sendo expostas na internet no último sábado (10), sendo retiradas do ar pelas autoridades chinesas dias depois. Ainda segundo o jornal, o vídeo teria sido vazado por um homem identificado como Tang, e uma mulher cujo sobrenome é Wang, principais suspeitos pela polícia.

Investigações e medidas tomadas pela empresa

Devido às informações levantas pelas investigações iniciadas no final de semana, os dois suspeitos pela propagação do vídeo foram intimados a comparecerem à delegacia após o gerente ter aberto um processo judicial, afirmando "estar sendo injustiçado e difamado, por não ser ele o homem flagrado pelas filmagens”.

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Os dados expostos pela polícia local também revelaram que depois do compartilhamento do vídeo, a frase “amor para fazer poder” e o nome da empresa "Southern Power Grid", tornaram-se os dois termos mais procurados e bloqueados no site chinês Weibo.

O gerente, que foi identificado em alguns canais da mídia chinesa, se pronunciou sobre o ocorrido, dizendo que “sua imagem foi afetada e significativamente prejudicada pelas difamações que têm sofrido, e pela exposição por parte da imprensa”.

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Diante das polêmicas, a entidade pressionou as acusações contra Tang e Wang, que, na manhã de terça-feira (13), admitiram para os oficiais ter espalhado o vídeo em diferentes sites e redes sociais do país. Durante um inquérito policial, Wang disse que ela "compartilhou o conteúdo explícito da videoconferência nos principais sites virais do país e que contribuiu para a potencialização dos rumores”. Os acusados estão presos e a polícia segue investigando o caso.

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