Por causa dos procedimentos estéticos, as mulheres não se parecem mais com as fotos de seus passaportes, e agora estão retidas na Coreia do Sul

Depois da cirurgia plástica, as mulheres não se pareciam mais com as fotos em seus passaportes e ficaram presas
Reprodução/AsiaWire
Depois da cirurgia plástica, as mulheres não se pareciam mais com as fotos em seus passaportes e ficaram presas


Após cirurgia plástica, três chinesas que viajaram à Coreia do Sul para realizar o procedimento estão com sérios problemas para voltar para casa. Como elas não se parecem mais com as fotos em seus passaportes, as autoridades do país rejeitaram a saída do trio, que agora está preso no aeroporto sem perspectiva de retorno para a China.

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De acordo com o portal Daily Mail , acredita-se que elas aproveitaram um feriado chinês e viajaram ao país vizinho em busca de procedimentos estéticos. Entretanto, como seus rostos ainda estão inchados e se recuperando da cirurgia plástica , os agentes da imigração sul-coreana não puderam confirmar suas identidades.

O caso ganhou notoriedade quando uma imagem das mulheres, com diversos curativos e faixas ao redor da cabeça, foi tirada por um dos passageiros do aeroporto e começou a circular na web, fazendo muito sucesso entre os internautas de redes sociais.

As cirurgias na Coreia do Sul

O país asiático se tornou um destino muito procurado por chineses para a realização de procedimentos estéticos . Com o objetivo de conseguir traços ocidentais, as mulheres se submetem a diversas cirurgias, que incluem alterações na aparência dos olhos e narizes, por exemplo.

De acordo com informações do Daily Mail , mais de 500 mil chineses viajaram para fora do país em busca de procedimentos médicos em 2016. Dentre este número, cerca de 100 mil tinham como destino a Coreia do Sul, um terço do total de turistas "médicos" recebidos pelos aeroportos do país.

Documentação para procedimentos estéticos

Por causa do sucesso dos procedimentos com pacientes internacionais, alguns hospitais começaram a oferecer um “certificado de cirurgias plásticas” para que imprevistos como este não aconteçam no aeroporto.

Tais documentos incluem o número do passaporte do paciente, o hospital onde o procedimento foi realizado e o período de sua estadia na Coreia do Sul . Dessa forma, ninguém teria que passar pela mesma situação das chinesas e seria mais fácil voltar para casa.

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Até agora, não se sabe se este caso da cirurgia plástica foi solucionado.

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