Corpo de homem é velado em bar com samba e cerveja liberada

Por O Dia | - Atualizada às

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Filho realizou o desejo do próprio pai, que havia pedido para ser velado com festa no bar que comandava há 30 anos

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Movimentação foi tão grande que a Guarda Municipal teve que intervir para orientar o trânsito
Reprodução/Youtube
Movimentação foi tão grande que a Guarda Municipal teve que intervir para orientar o trânsito

O corpo de um famoso boêmio de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, foi velado em um bar, com samba, amigos e cerveja liberada. Gleisson Silva, de 68 anos, era há mais de 30 anos dono do comércio.

Segundo seu filho, Glaucio Fragoso da Silva, de 42 anos, a festa para quase três mil pessoas ocorreu para realizar um pedido Gleisson, no último sábado (13).

"Meu pai, quando ia ao velório de algum amigo, voltava triste e cabisbaixo. E ele sempre dizia: 'no meu velório não quero tristeza, quero samba, quero ser velado dentro do bar'", revelou Glaucio. Atualmente, é ele quem cuida do bar.

Gleisson foi vítima de um acidente vascular cerebral na terça-feira de Carnaval e foi internado em um hospital local. Ele sofreu três paradas cardíacas e morreu na manhã da sexta-feira.


Gleisson Silva pediu ao filho para ser velado com festa no bar que comandava
Reprodução/Facebook
Gleisson Silva pediu ao filho para ser velado com festa no bar que comandava

"Acho que ao todo, entre idas e vindas, umas três mil pessoas passaram para ver meu pai. É muito bom saber que seu pai é bem quisto", falou Glaucio emocionado. Os amigos e familiares saíram de Vitória, do Rio de Janeiro, além de Cachoeiro.

Foram tantas pessoas reunidas que a Guarda Municipal teve que intervir para orientar o trânsito. "Foi uma pena que ele não pode aproveitar com a gente", finalizou o filho.

Conheça os velórios mais estranhos do mundo:

Casamento no velório, Tailândia: Chadil Deffy homenageou sua noiva, Ann Kamsuk, se casando com ela após sua morte, em 2012. Foto: Reprodução/YoutubeCasamento no velório, Tailândia: o casal namorava havia 10 anos e tinha planos de casar, até que ela sofreu um acidente e morreu na noite de Ano Novo. Foto: Reprodução/YoutubeVelório de super-heróis, EUA: apaixonado pelo Homem-Aranha, entre outros personagens, Brayden, 5, foi homenageado após morrer de câncer, em maio. Foto: Reprodução/YoutubeMotoqueiro, EUA: a família de Billy Standley cumpriu seu último desejo e o enterrou sobre sua amada Harley-Davidson em caixão de acrílico, em janeiro. Foto: Reprodução/YoutubeMotoqueiro, EUA: Standley tinha 82 anos e morreu de câncer. Ele mesmo deu início aos preparativos do funeral com a mulher, Lorna. Foto: Reprodução/YoutubeRingue, Porto Rico: Christopher Rivera, boxeador morto a tiros, foi exposto em ringue falso durante seu velório em janeiro em San Juan. Foto: APComo se estivesse viva, EUA: a pedido da família, funenária em Nova Orleans expôs o corpo de Miriam Burbank sentado a uma mesa. Foto: ReutersEnsaio do próprio velório, China: em 2013, Zeng Jia, 22, enviou convites para seu falso velório. Foto: Reprodução/YoutubeÚltima promessa, Reino Unido: Barry Delaney deu adeus ao melhor amigo, Kevin Elliott, usando vestido em 2009. Eles apostaram quando serviam no Afeganistão. Foto: Reprodução/The SunTema natalino, EUA: um texano que adorava a festa de Natal foi homenageado por sua família no velório, em 2013. Foto: Reprodução/YoutubeTema natalino, EUA: a família providenciou renas, o próprio Papai Noel, ajudantes, entre outros, para a última homenagem ao americano. Foto: Reprodução/YoutubeDe pé, Porto Rico: em seu velório, Angel Luis Pantojas teve seu corpo exposto de pé contra uma parede. Foto: ReproduçãoSobre duas rodas, Porto Rico: vítima de homicídio, David Morales Colon teve corpo embalsamado para ficar exposto em moto durante velório. Foto: Reprodução25 anos dedicado ao próprio velório, EUA: Fred Guentert se inspirou na cultura egípcia para criar seu próprio caixão e deixá-lo pronto em 2012. Foto: Reprodução/Youtube25 anos dedicado ao próprio velório, EUA: ele já manifestou aos familiares seu desejo de ser mumificado, quando morrer, como um faraó. Foto: Reprodução/YoutubeSentada, Porto Rico: Dolores Lamboy toca a mão de sua mãe, Georgina Chervony, cujo corpo foi posto em cadeira de balanço para seu velório em maio. Foto: AP


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