Felícitas Sánchez Aguillón, que matou entre 40 e 50 crianças, e Francisco de Assis Pereira, o 'maníaco do parque', estão na lista

Nos anos 1910, na região mexicana de Colonia Roma, a enfermeira Felícitas Sánchez Aguillón era procurada por grávidas para realizar partos ou fazer abortos. Por causa do grande número de clientes, ela expandiu seu "negócio" e passou também a vender recém-nascidos rejeitados pelas mães.

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A dificuldade em negociar as crianças sem chamar a atenção das autoridades, porém, atrapalhou os planos da enfermeira, que ficava mais tempo com as crianças do que o esperado. Para se livrar do problema, ela passou a matar várias delas, algumas por envenenamento e outras por asfixia. Ela esquartejava os corpos, os incinerava ou jogava no esgoto. Pelo menos entre 40 e 50 mortes lhe foram atribuídas de 1910 a 1940. 

Em abril de 1941, restos mortais foram descobertos perto do prédio onde a enfermeira morava. Três dias depois, ela foi presa com dois cúmplices, um deles sendo seu segundo marido, Alberto Covarrubias. Mas Felícitas, conhecida pela imprensa da época como "estripadora da Colonia Roma", nunca pagou por seus crimes. Ela cometeu suicídio antes que fosse a julgamento em 16 de julho de 1941. Conheça este e outros casos de assassino em série e seus crimes na América Latina.


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