Paul Reid, assassino confesso de 7 funcionários de redes de comida rápida, pode ter sido envenenado na cadeia

Pneumonia, distúrbios cardíacos ou insuficiência respiratória? A morte de Paul Reid, 55 anos, que entrou para a história com a alcunha de Maníaco do Fast Food, está envolta de mistério. O assassino confesso de sete pessoas - todas funcionárias de cadeias de comida rápida - em 1997 morreu no mês passado, em Nashville (Tennessee), após duas semanas internado. A suspeita é que ele tenha sido envenenado.

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Paul Reid matou sete funcionários de redes de fast food em 1997 nos EUA
AP
Paul Reid matou sete funcionários de redes de fast food em 1997 nos EUA

Reid foi o símbolo de uma batalha judicial entre detratores e defensores da pena da morte que culminou com uma polêmica decisão da Suprema Corte dos EUA impedindo a execução de criminosos com problemas mentais. Na época, parentes das vítimas - e mesmo autoridades estaduais - diziam que a melhor resposta à intervenção federal seria ele ser morto "acidentalmente" na cadeia.

De porte atlético e com boa saúde, Reid teve de deixar a prisão inesperadamente para atendimento médico em meados de outubro. Saiu do hospital morto. "Melhor que tenha sido assim", disse Doyle Brown, parente de uma das vítimas. Agora, a Justiça aguarda um laudo médico independente para conhecer as reais causas da morte.

Crimes
Os crimes de Reid se desenrolaram entre 16 de fevereiro e 23 de abril de 1997 nas lanchonetes Captain D's (dois mortos), McDonald's (três) e Baskin-Robbins (dois). Nas três, ele invadiu os estabelecimentos no horário de abertura ou fechamento das lojas. Após os assassinatos, roubou todo o dinheiro do caixa.

E porque Reid atacou exclusivamente funcionários de redes de fast food? Segundo a polícia, por vingança: dias antes do primeiro crime ele, que era lavador de pratos na rede Shoney's, foi demitido por brigar com um colega na cozinha.

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