Mulher que teve filho com Lugo diz que não houve estupro

ASSUNÇÃO - Viviana Carrillo, a mãe do filho reconhecido pelo presidente do Paraguai, Fernando Lugo, disse nesta terça-feira que seu relacionamento com o governante começou quando ela tinha 23 anos, e não 16, quando ainda era menor de idade.

EFE |

"Não foi nenhum estupro", disse Carrillo aos jornalistas, após comparecer diante da procuradora Nancy Salomón dentro de uma denúncia por suposto abuso de menor promovida contra Lugo pela presidente do opositor Partido Colorado, Lilián Samaniego.

Esta é a segunda aparição pública de Carrillo desde 8 de abril, quando dois advogados apresentaram um processo para que Lugo assumisse a paternidade de Guillermo Armindo, nascido em 4 de maio de 2007, cinco meses depois que o presidente renunciasse a seu estado clerical, em 21 de dezembro de 2006, para entrar na política.

Carrillo, que esteve acompanhada na Procuradoria pelo advogado pessoal de Lugo, Marcos Fariña, também disse que ela e Guillermo Armindo continuam morando em um edifício em Fernando de La Mora, município vizinho a Assunção.

Na denúncia de filiação, cujos detalhes vieram à tona na imprensa, a mulher, de 27 anos, disse que conheceu a Lugo aos 16 anos na casa de sua madrinha, em Chore, no departamento de San Pedro, onde o "religioso dormia" e ela morava.

O chefe de Estado enfrenta outro processo de paternidade, a de Benigna Leguizamón, de 27 anos, que diz que ele é o pai do segundo de seus quatros filhos, Lucas Fernando, de 6 anos, nascido também em Chore.

Uma terceira mulher, Damiana Hortensia Morán Amarilla, de 39 anos, disse aos jornalistas que teve também um filho com o chefe de Estado, Juan Pablo, que hoje tem 1 ano e quatro meses, e anunciou que também apresentará um processo de paternidade.

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