Mulher é conectada a coração artificial externo no Uruguai

Uma mulher de 31 anos, com insuficiência cardíaca, foi a primeira paciente, no Uruguai, a ser conectada a um coração artificial externo, que a manterá com vida até que receba um transplante.

AFP |

"Se continuasse esperando mais tempo nessas condições, até fazer o transplante, a paciente corria alto risco de morrer", disse ao jornal "El País" o chefe de Cirurgia Cardíaca da Casa de Saúde Americana, onde foi feita a intervenção, Ramón Scola.

O dispositivo de assistência biventricular, que ajuda a bombear o sangue para o organismo, foi instalado em Fati Arostegui, uma empregada doméstica oriunda da cidade de Rocha (210 km ao leste de Montevidéu), em quem se detectou uma miocardiopatia periparto durante a segunda gravidez.

A técnica, aplicada em 3 de setembro, cumpriu seu primeiro objetivo de manter com vida a paciente, que evolui favoravelmente, enquanto espera um transplante que substitua esse coração artificial, cuja vida útil estimada é de um ano.

O dispositivo custou 180.000 dólares e foi importado dos Estados Unidos.

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