Mulá Omar condena eleições presidenciais no Afeganistão em 2009

O mulá Mohamad Omar, líder supremo dos talibãs, fez um apelo aos afegãos para que não participem das eleições presidenciais marcadas para 2009 no país e se unam contra os invasores, em uma mensagem divulgada neste domingo.

AFP |

"Não se deixem deslumbrar pela enganosa eleição anunciada. Essa eleição, na verdade, é feita em Washington", afirmou o mulá Omar, num texto publicado por ocasião da festa religiosa muçulmana de Al Adha.

"Quem quer que seja a figura eleita, não poderá aliviar vossos males, já que ao mesmo tempo continuareis sendo bombardeados pelos americanos", declarou.

O líder dos talibãs também lançou um apelo à unidade nacional dos afegãos e reiterou sua exigência às tropas estrangeiras para que se retirem do país.

O mulá Omar, cujo paradeiro é desconhecido desde 2001, é o chefe dos fundamentalistas islâmicos que governaram o Afeganistão entre 1996 e 2001, aplicando a lei islâmica radical.

Os Estados Unidos oferecem uma recompensa de 25 milhões de dólares por sua captura.

thm/ap

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