MP do Egito pede pena de morte para membros de célula do Hisbolá

Cairo, 26 jan (EFE).- O Ministério Público (MP) do Egito pediu hoje a aplicação da pena de morte em 26 membros de uma suposta célula terrorista, comandada por um integrante do Hisbolá, que teria como objetivo realizar atentados no país.

EFE |

Entre os acusados, há 18 egípcios, cinco palestinos, dois libaneses e um sudanês. Quatro deles são julgados à revelia.

Após a audiência de hoje, o juiz fixou a próxima sessão do julgamento para 20 de fevereiro, quando os advogados dos réus poderão iniciar a defesa.

Principal acusado, o libanês Sami Shihab já admitiu pertencer ao Hisbolá e disse que pretendia fazer uma campanha de sabotagens no Egito que incluía atentados contra turistas israelenses.

Em 10 de abril, o secretário-geral do Hisbolá, Hassan Nasrallah, admitiu em discurso que Shihab era membro do grupo. No entanto, negou qualquer acusação relacionada com atentados em território egípcio.

Os detidos são acusados de formar um grupo que teria espionado para o Hisbolá entre 2005 e 2008, com o objetivo de cometer atentados contra o setor turístico e navios que cruzam o Canal de Suez.

Entre outros pontos, o MP acusa os detidos de fabricar artefatos explosivos e entregar informação ao Hisbolá sobre os locais da Península do Sinai onde turistas israelenses costumam estar. EFE wa/rr

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