Motorista foi pressionado a não denunciar Naomi Campbell, diz jornal

Nova York, 5 mar (EFE).- O motorista que teria sido agredido pela modelo Naomi Campbell em Nova York recebeu pressões para não denunciá-la, afirma hoje o jornal New York Post, que cita fontes policiais.

EFE |

"O motorista que disse ter sido atacado pela modelo recebeu pressões para que não apresentasse acusações, segundo fontes policiais, e depois emitiu um lamentável comunicado jogando a culpa da briga em si mesmo", diz o diário.

Na terça-feira passada, Miodrag Mejdina chamou a Polícia nova-iorquina acusando a modelo britânica de agredi-lo dentro do carro em que estavam.

Pouco depois, o motorista emitiu um comunicado no qual dizia que teve "uma discussão com Naomi Campbell" e que "reagiu de forma exagerada".

Na mesma nota, Mejdina pede desculpas a Naomi "pelo que a fiz passar".

Pouco depois, a modelo respondeu. Ela disse ter sido acusada "de um comportamento inaceitável" e que trabalhou "muito para corrigir minhas más ações anteriores e não vou ser refém do meu passado".

Além disso, Naomi disse que estava "satisfeita" com o pedido de desculpas do motorista.

Em 2006, a modelo teve que fazer serviço comunitário durante cinco dias por jogar o telefone celular numa ex-empregada.

Dois anos depois, foi condenada na Inglaterra a prestar 200 horas de serviço comunitário por agredir dois policiais no aeroporto de Heathrow, em Londres.

Em outro caso parecido, Naomi conseguiu um acordo judicial, em 2009, com uma ex-empregada doméstica que a acusava de agressão e maus tratos entre 2005 e 2006. EFE mgl/bba

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