1 Por Alan Baldwin MÔNACO (Reuters) - O presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Max Mosley, fez seu retorno à arena da Fórmula 1 de forma discreta nesta quarta-feira, depois de ter passado por um escândalo sexual.

Embora Mosley tenha ficado fora de vista e longe dos boxes do circuito de Mônaco, um porta-voz afirmou que a visita era de 'negócios, como sempre' para o britânico de 68 anos.

Ele afirmou que Mosley, residente de Mônaco, havia se encontrado com o chefe da Ferrari, Stefano Domenicali, e com chefe da Renault, Flavio Briatore, em seu escritório na torre de controle da prova durante a tarde, para discutir medidas de corte de custos.

O ex-projetista da Ferrari, Rory Byrne, hoje consultor para a equipe atual campeã, e o chefe de engenharia da Renault, Pat Symonds, também estiveram presentes.

A prova de domingo será a primeira de Mosley na temporada. Ele enfrenta um voto de confiança em Paris no dia 3 de junho e tem ignorado os pedidos por sua renúncia.

A FIA afirmou que Mosley não cumprirá tarefas oficiais em Mônaco, já que o vice-presidente da federação, Marco Piccinini, representará a entidade nas premiações e no jantar de gala.

O britânico está processando o tablóide News of the World alegando quebra de privacidade depois que o veículo publicou detalhes de seu envolvimento no que foi descrito como uma orgia nazista sadomasoquista com prostitutas.

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