A Rússia prestou homenagem hoje a seu primeiro presidente da era pós-soviética Boris Yeltsin, morto há um ano e que seu sucessor Vladimir Putin saudou como um símbolo da liberdade.

Um monumento em forma de bandeira perto de seu túmulo, uma rua e uma universidade com o seu nome no feudo político de Ekaterinburg, a criação em breve de um "centro dos presidentes": as autoridades multiplicam os sinais de veneração e respeito por um homem glorificado pelas liberdades que ofereceu aos russos e amaldiçoado pelo caos e a pauperização causados por suas reformas.

Vladimir Putin lembrou seu predecessor morto no dia 23 de abril de 2007 aos 76 anos como "uma das figuras políticas mais marcantes do século XX" e um símbolo de "aspiração à liberdade".

Ao lado da viúva Naïna Yeltsina, o presidente eleito Dmitri Medvedev que tomará posse no dia 7 de maio, e os principais dirigentes russos - entre eles o premier Viktor Zubkov e o chefe do serviço secreto Nikolaï Patrouchev - se encarregaram de inaugurar o monumento, uma bandeira russa branca azul e vermelha.

Este monumento foi construído perto do túmulo do ex-presidente no cemitério de Novodevitchi, no centro de Moscou.

O Kremlin trabalha na construção de um "centro dos presidentes", com base nos modelos de fundações criadas por presidentes americanos.

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