Mortes por gripe H1N1 sobem a 17 na Argentina

BUENOS AIRES (Reuters) - A Argentina registrou na terça-feira sete mortes por gripe H1N1, totalizando 17 desde que a doença começou a se propagar no país, o segundo na América Latina em quantidade de mortos pelo vírus, atrás apenas do México. O Ministério da Saúde argentino disse também que há 1.294 casos confirmados da infecção, com 81 novos casos registrados na terça-feira, e que tem em avaliação 967 amostras de possíveis casos.

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A maior parte dos casos e todos os mortos se concentram na província de Buenos Aires.

A doença está se expandindo rapidamente na Argentina e nos demais países do Cone Sul, com a chegada do verão no hemisfério sul.

O Chile é o país da região com maior número de infecções, ao atingir 5.186 casos com sete mortos, enquanto o Uruguai disse na terça-feira que 200 pessoas haviam contraído o vírus.

O Brasil recomendou na terça-feira que as crianças, os idosos e pessoas com problemas de saúde cancelem viagens ao Chile e à Argentina para prevenir contágios.

Segundo o Ministério da Saúde da Argentina, 102 países confirmaram oficialmente um total de 55.877 casos da doença e 245 mortos, a maioria no México, nos EUA e no Canadá.

(Reportagem de Lucas Bergman)

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