Mortes por gripe A sobem para 404 na Argentina

Jujuy (Argentina), 14 ago (EFE).- O Governo da Argentina assegurou hoje que já ficou para trás o pico de casos da gripe A no país, após confirmar que foram registrados 404 mortes associadas à doença.

EFE |

"Do ponto de vista epidemiológico, a Argentina está em uma curva descendente. Há circulação viral, embora as consultas sejam menores", disse à Agência Efe o ministro argentino de Saúde, Juan Manzur, durante uma visita à província de Jujuy.

O funcionário sustentou que o número de óbitos incluído no último reporte oficial se refere a pessoas que "morreram com o vírus mas não necessariamente pelo vírus", já que o país registra "todas as mortes com presença do vírus A(H1N1)".

A Argentina é o segundo país do mundo com maior número de vítimas fatais pela gripe A, só superado pelos Estados Unidos, onde o último relatório oficial do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) dá conta de 477 mortes.

"É um vírus que tem uma alta transmissibilidade principalmente em jovens de 15 a 20 anos, e o continuaremos estudando", disse Manzur após iniciar o Plano Nacional de Prevenção e Controle do Dengue e da Febre Amarela.

De acordo com o relatório do Ministério da Saúde, com dados recopilados até o dia 8 de agosto, das 16.334 amostras processadas foram confirmados 6.768 afetados pela gripe A, apesar de "se observar uma tendência descendente no número de casos no país".

Manzur reiterou que devido ao fato de que "não haverá vacinas para todos se solicitou aos países desenvolvidos que vacinem a população de risco e não tods seus habitantes para que as nações com menos recursos possam fazer o mesmo". EFE ms-hd/ma

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