visita supresa ao país para conversar com líderes iraquianos. Além disso, ao menos dois projéteis caíram perto da embaixada norte-americana em Bagdá." / visita supresa ao país para conversar com líderes iraquianos. Além disso, ao menos dois projéteis caíram perto da embaixada norte-americana em Bagdá." /

Morteiros na Zona Verde de Bagdá deixam 2 mortos e 5 feridos

BAGDÁ - Diversos morteiros foram disparados, nesta terça-feira, contra o distrito administrativo de Bagdá, a área fortificada conhecida como Zona Verde, deixando dois civis iraquianos mortos e cinco feridos, informou a polícia iraquiana. Os quatro morteiros atingiram a Zona Verde pouco depois da chegada do vice-presidente dos EUA, Joe Biden, que faz http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/09/15/biden+faz+visita+surpresa+ao+iraque+8448949.html target=_topvisita supresa ao país para conversar com líderes iraquianos. Além disso, ao menos dois projéteis caíram perto da embaixada norte-americana em Bagdá.

Redação com agências internacionais |

Reuters

Joe Biden é recebido no aeroporto pelo ex-ministro iraquiano Hoshiyar
Zebari (segundo à esquerda) ao desembarcar em Bagdá

A polícia iraquiana disse que um dos morteiros atingiu um bloco residencial e que um dos mortos era uma mulher. De acordo com testemunhas entrevistadas pela Agência Efe, a outra vítima seria sua filha e ambas teriam morrido depois que uma das bombas lançadas contra a Zona Verde errou seu alvo e atingiu um edifício em uma área residencial próxima.

Não se sabe o lugar exato onde Biden estava no momento do ataque.

A Zona Verde, que já foi antes alvo de atentados, é a área mais fortificada e protegida da capital, e nela fica a sede do governo iraquiano e as delegações diplomáticas dos EUA e do Reino Unido, entre outros.

Segurança

Biden se reuniu, nesta terça-feira, com o embaixador dos EUA, Chris Hill, e com o principal comandante militar norte-americano, general Ray Odierno, pouco antes dos disparos.

A localização precisa do vice-presidente era mantida em sigilo por razões de segurança, mas um repórter da Reuters ouviu uma explosão durante um encontro de Hill e Odierno com jornalistas. Um alto-falante da embaixada emitiu um alerta para que as pessoas abaixassem a cabeça e se protegessem.

AP

Joe Biden se reúne com comandante das tropas EUA no Iraque, gen. Ray Odierno
(esq.), e o embaixado americano no país, Christopher Hill, em Bagdá

É a segunda viagem de Biden ao Iraque em três meses, e a visita sinaliza que o governo Obama tem pressa para resolver as disputas entre curdos, sunitas e xiitas por terra e petróleo. Integrantes do governo dos Estados Unidos temem que essas disputas voltem a dividir o país.

A violência diminuiu bastante no Iraque desde a onda de assassinatos sectários em 2006, parcialmente por causa do aumento de dezenas de milhares de soldados, mas os ganhos de segurança não foram acompanhados por muitos progressos na área política.

Os próprios avanços na segurança continuam frágeis, como evidenciado pelos ataques desta terça-feira e pela explosão de dois enormes caminhões-bomba em 19 de agosto, que causou a morte de 95 pessoas.

* Com AFP, EFE e Reuters

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