Morte de americanos pressiona México em guerra contra drogas

Por Julián Cardona CIUDAD JUAREZ, México (Reuters) - A morte de três pessoas ligadas ao consulado local dos Estados Unidos criou um desafio para o presidente Felipe Calderón, que na terça-feira visita Ciudad Juárez para tentar conter a violência relacionada ao narcotráfico.

Reuters |

Supostos pistoleiros mataram no sábado uma norte-americana que trabalhava no consulado dos Estados Unidos em Ciudad Juarez, cidade fronteiriça próxima à texana El Paso, e o marido dela. O casal foi morto quando deixava uma festa infantil.

Mais ou menos no mesmo instante, em outra parte da cidade, um mexicano casado com outra funcionária consular era assassinado, depois de ele e a mulher terem estado na mesma festa.

O polícia federal dos Estados Unidos (FBI) participa das investigações junto ao México, mas autoridades norte-americanas descartaram a hipótese de diplomatas de seu país terem sido o alvo dos ataques.

A Casa Branca manifestou indignação com os crimes e prometeu manter o apoio à luta do México contra as quadrilhas de traficantes que levam drogas do país para os Estados Unidos.

Disputas entre elas se agravaram nos últimos três anos, deixando centenas de mortos no norte do México, inclusive em Ciudad Juárez.

(Reportagem adicional de Robin Emmott, em Monterrey; e de Michael O'Boyle, na Cidade do México)

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