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Missão da OEA diz que seqüestrados por AUC estão mortos

Bogotá, 23 jul (EFE).- A dissolvida organização paramilitar colombiana Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC) assassinou todas as pessoas que mantinha seqüestradas, admitiu a Missão de Apoio ao Processo de Paz (Mapp) instituída no país andino pela Organização dos Estados Americanos (OEA), conforme informou hoje a imprensa local.

EFE |

O chefe da Mapp, o argentino Sergio Caramagna, afirmou em entrevista publicada hoje pelo jornal "El Periódico" que seu grupo "não teve contato com a realidade dos seqüestrados das AUC".

"Em algum momento escutamos chefes paramilitares dizerem que não tinham seqüestrados, que essas pessoas tinham sido vítimas de homicídio, tinham sido assassinadas", acrescentou o diplomata.

Na MAPP "sabíamos que havia um número de pessoas que tinham sido denunciadas como seqüestradas, mas essas pessoas não estavam vivas", ressaltou.

"Entendo que estamos falando de pessoas que foram assassinadas", insistiu o chefe desse órgão da OEA na Colômbia, que assumiu o papel de investigador no processo de paz do Executivo do presidente Álvaro Uribe com as AUC.

O diálogo, aberto no final de 2002, terminou em meados de 2006 com a dissolução das AUC, que desarmaram mais de 31 mil paramilitares.

A Fundação Nova Esperança (privada), de luta contra o seqüestro, estima em quase 3.500 o número de pessoas seqüestradas no país.

Delas, cerca de 500 caíram em mãos das AUC, segundo a mesma fonte. EFE jgh/rr

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