Ministros da UE pedem plano para encerrar missão na Bósnia e no Chade

Deauville (França), 1 out (EFE) - Os ministros de Defesa da União Européia (UE) pediram hoje um plano para encerrar da melhor maneira as missões militares na Bósnia e no Chade, enquanto sete países se mostraram dispostos a se unir à Espanha e França na luta contra a pirataria nas águas da Somália.

EFE |

Para esta última operação, eles esperam contar com a ajuda da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e dos Estados Unidos, que atualmente desenvolve na região conhecida como Chifre da África a parte marítima da operação "Liberdade Duradoura".

O caráter informal do Conselho de Ministros no qual foram adotadas estas decisões, realizado em Deauville, na França, impede que elas se transformem em ordens imediatas, que serão adiadas até a reunião formal entre os titulares de Defesa, no dia 10 de novembro, em Bruxelas.

Segundo o ministro da Defesa francês, Hervé Morin, Alemanha, Holanda, Bélgica, Suécia, Chipre, Lituânia e Reino Unido se somaram à Espanha e França em sua disposição de enviar navios e aviões à região africana.

O ministro da Defesa da Alemanha, Franz Josef Jung, informou que a UE planeja enviar três aviões militares e três fragatas para proteger os navios europeus.

Na Bósnia-Herzegovina, o bloco acredita que completou com sucesso os objetivos da missão militar iniciada em dezembro de 2004 para substituir a Otan, que supervisiona o Exército bósnio desde 1992.

Com sete mil soldados cuidando da estabilidade militar na Bósnia, a missão Althea é a mais importante já desenvolvida pela UE.

Já no Chade, existe a vontade de transferir, em 15 de março, as responsabilidades para a ONU, que ainda deve dar sua aprovação no Conselho de Segurança. EFE met/rb/db

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