Ministros aprovam plano contra mortalidade infantil na América

Washington, 3 out (EFE).- Ministros e representantes da saúde dos países americanos aprovaram hoje um plano para reduzir a mortalidade infantil em crianças de até um ano, número que chega a 280 mil mortes anuais na região.

EFE |

No 48º conselho diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), os líderes se comprometeram a desenvolver planos para proteger a saúde não só dos recém-nascidos, mas também das mães e de crianças com mais de um ano.

Segundo a seção americana da Organização Mundial da Saúde (OMS), nos dez últimos anos a região teve "consideráveis avanços" ao reduzir a mortalidade infantil e das crianças até cinco anos.

No entanto, a queda da mortalidade infantil em menores de um ano "não teve a mesma velocidade".

Os ministros elaboraram um programa baseado na criação de ambientes propícios para os recém-nascidos e fortalecimento dos sistemas de saúde, além da melhora do acesso aos serviços de atendimento da mãe e da criança.

Completam a lista de ações aprovadas a promoção de ações comunitárias e fortalecimento dos sistemas de avaliação.

Assim, a Opas pretende que "todas as mães, recém-nascidos e crianças dos países das Américas recebam atendimento de qualidade apropriada e eficaz que necessitam para levar uma vida saudável e produtiva".

O 48º conselho diretor da afiliação americana da OMS estudou de 29 de setembro até hoje assuntos como diabetes, obesidade, controle do câncer do colo do útero e segurança das transfusões de sangue.

Entre as propostas, se destaca o pedido de ratificação do convênio marco para o controle de tabaco, instrumento mundial elaborado para controlar uma epidemia de tabagismo que somente na América causa em torno de um milhão de mortes anuais, segundo a OMS.

De todas as regiões da OMS, a americana continua sendo a que tem a menor porcentagem de Estados-membros que ratificaram o convênio, aprovado até o momento por um total de 160 países. EFE ag/jp/rr

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