Ministro diz que Polícia abortou 180 ataques da Al Qaeda na Arábia Saudita

Riad, 12 mai (EFE).- O ministro de Interior da Arábia Saudita, o príncipe Naif bin Abdul Aziz, afirmou que a Polícia de seu país abortou 180 atentados da Al Qaeda que poderiam ter causado catástrofes no reino, o maior produtor e exportador de petróleo do mundo.

EFE |

Em declarações divulgadas hoje pelo jornal "Okaz", o príncipe afirmou também que as forças de segurança sauditas obtiveram informação que "ajudará a secar as fontes de apoio aos terroristas".

O ministro não especificou datas, embora tenha dito que "os golpes (das forças de segurança) paralisaram totalmente os planos e as ações da Al Qaeda" no reino wahhabista, berço do Islã e terra natal do líder desta rede terrorista, Osama bin Laden A Arábia Saudita lançou uma campanha contra células da Al Qaeda há cinco anos e durante este período dezenas de supostos membros desta rede terrorista internacional morreram e outras centenas foram detidas em confrontos com a Polícia.

Porta-vozes da Al Qaeda ameaçaram em várias oportunidades durante os últimos três anos atacar as instalações petrolíferas no reino árabe, o que levou Riad a anunciar a formação de um corpo especial de Polícia, formado por 35 mil homens, para proteger as instalações.

Em fevereiro de 2006, a Al Qaeda realizou um ataque fracassado contra a refinaria de Abqaiq (leste), um dos maiores centros de processamento de petróleo do mundo, episódio no qual morreram dois suicidas e dois policiais. EFE ma/fal

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