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Ministro da Defesa israelense descarta outra guerra em Gaza

JERUSALÉM - O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse nesta segunda-feira que Israel não pretende começar outra grande ofensiva na Faixa de Gaza, apesar dos http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/02/02/um+morto+e+quatro+feridos+em+ataque+israelense+contra+gaza+3773967.html target=_topataques aéreos de domingo em resposta a foguetes lançados contra o território israelense.

Reuters |

"Não é nossa intenção" ter uma operação similar em Gaza, disse Barak em uma entrevista ao site YNet. "Dissemos que haveria uma resposta , e houve uma resposta na noite de ontem".

Os comentários de Bark contrastam com afirmações da ministra das Relações Exteriores, Tzipi Livni, que disse no domingo que, se necessário, Israel vai empreender uma nova ofensiva na Faixa de Gaza, a fim de suprimir o lançamento de foguetes.


Membro do Hamas observa destruição em Gaza / AP

Tanto Barak, que lidera o Partido Trabalhista, quando Livni, que lidera o partido governista Kadima, são candidatos a premiê nas eleições de 10 de fevereiro. As pesquisas de opinião dão vantagem a Benjamin Netanyahu, do partido de direita Likud.

Olmert promete ação "desproporcional"

O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, prometeu no domingo adotar uma resposta "desproporcional" contra os ataques esporádicos com foguetes disparados da Faixa de Gaza contra Israel nos últimos dias, apesar da trégua declarada pelo grupo Hamas, que controla a região. A declaração de Olmert foi feita durante a reunião dominical de gabinete.

"Já dissemos que se houver novos disparos de foguetes contra o sul do país, haverá uma resposta israelense desproporcional ao fogo contra os cidadãos de Israel e suas forças de segurança", afirmou Olmert.

Há duas semanas, Israel e o Hamas declararam cessar-fogo após três semanas de uma ofensiva militar israelense contra a Faixa de Gaza com o objetivo de interromper os ataques palestinos com foguetes.

Trégua de um ano

O Hamas é favorável a uma trégua de um ano com Israel na Faixa de Gaza sob a condição de que sejam abertas as passagens nesse território, afirmou nesta segunda-feira o porta-voz do movimento radical palestino.

"Estamos de acordo a princípio com uma trégua de um ano. Os mediadores egípcios propuseram um ano e meio e nós não fechamos totamente a porta para essa ideia. Que se seja um ano ou um ano e meio, isso dependerá da abertura dos pontos de passagem e a suspensão do bloqueio", afirmou Fawzi Barhoum.

Israel e o Hamas negociam, com a mediação do Egito, uma trégua que consolide o cessar-fogo de 18 janeiro, que pôs fim à ofensiva israelense de 22 dias na Faixa de Gaza.

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