Ministro colombiano justifica incursão no Equador

Bogotá, 1º mar (EFE).- O ministro da Defesa da Colômbia, Juan Manuel Santos, afirmou que a incursão de tropas colombianas em território equatoriano há um ano foi um ato de legítima defesa.

EFE |

A ofensiva matou 26 pessoas, entre elas o então número dois Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), "Raúl Reyes".

Em entrevista publicada hoje pelo diário "El Tiempo", de Bogotá, Santos assegurou que vários chefes das Farc estão fora da Colômbia, mas não especificou em quais países.

"Bater em terroristas que sistematicamente estão atentando contra a população de um país é um ato de legítima defesa e uma doutrina cada vez mais aceita pela comunidade e o direito internacional", manifestou.

O ministro lembrou que nessa operação as autoridades conseguiram apreender computadores pessoais pertencentes ao líder rebelde, o que, para ele, foi um "golpe pior que a morte de 'Raúl Reyes'".

"O conteúdo desses computadores é realmente apaixonante, vai dar muito que falar, e durante muito tempo longo", acrescentou.

O titular da Defesa da Colômbia manifestou que as relações entre Bogotá e Quito, que continuam suspensas, "vão se normalizar assim que o Equador quiser". EFE gta/mh

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