PARIS (Reuters) - A França espera que a anunciada morte do líder das Farc leve à libertação da refém franco-colombiana Ingrid Betancourt, afirmou neste domingo a ministra dos Direitos Humanos do país, Rama Yade. O governo colombiano anunciou no sábado que o líder histórico das Farc, Manuel Marulanda, morreu, mas não deu evidências firmes para a afirmação.

'Obviamente, se essa informação for confirmada, nós a receberíamos bem... porque isso pode ser o fim, ou o começo do fim, do calvário de Ingrid Betancourt', disse a ministra em entrevista a uma rádio.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu em inúmeras ocasiões a libertação da refém e o envio de uma equipe médica para a Colômbia no mês passado para tentar chegar a Betancourt, que pode estar doente. Os pedidos foram recusados pelas Farc.

'A informação (sobre a morte de Marulanda) ainda não é oficial e ainda não foi confirmada pelas Farc, então eu prefiro me manter prudente neste momento', acrescentou Yade, que já teve problemas por comentários anteriores.

(Por Crispian Balmer)

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