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Ministra britânica qualifica de tragédia morte de Jean Charles

Londres, 12 dez (EFE) - A ministra de Interior britânica, Jacqui Smith, afirmou hoje que a morte do brasileiro Jean Charles de Menezes, em julho de 2005, foi uma tragédia que causou uma grande comoção, e reiterou suas desculpas à família. O que aprendemos com os relatos dos eventos trágicos do dia (em que Jean Charles morreu) lembra a todos as circunstâncias extremamente exigentes nas quais a Polícia trabalha para nos proteger de mais ataques terroristas, disse Smith. Ela fez as declarações após o anúncio do veredicto emitido pelo júri do inquérito público sobre a morte do eletricista de 27 anos. A Polícia Metropolitana (de Londres) está à frente da luta contra o crime e o terrorismo, afirmou. Após sete dias de deliberações, o júri não se pronunciou hoje sobre a responsabilidade policial no fato e optou pelo veredicto aberto, no qual deixa claro que não foi homicídio justificado, como era a outra possibilidade dada pelo juiz. O juiz da investigação, Michael Wright, tinha negado ao júri a opção de homicídio injustificado e lhe deu duas únicas opções, o homicídio justificado ou veredicto aberto, algo duramente criticado pela família. O homicídio injustificado teria dado a opção à família de apresentar acusações contra os agentes que fizeram os disparos. Jean Charles foi morto a tiros em 22 de julho de 2005, um dia depois dos atentados frustrados de 21 de julho de 2005 contra três trens do metrô de Londres e um ônibus urbano. Ele foi confu...

EFE |

EFE vg/db

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