Minas mataram e feriram mais de 3.000 civis na Chechênia

Moscou, 6 mai (EFE).- Ativistas dos direitos humanos denunciaram hoje a passividade das autoridades da Chechênia que não estão sendo eficientes na retirada de minas, o que já matou e feriu, durante as duas guerras da região, mais de 3.

EFE |

000 civis.

Na Chechênia, "24.496 hectares representam uma 'zona da morte' impregnada de minas e projéteis sem explodir. Trata-se de terras férteis, florestas e terrenos de fábricas que precisam de uma limpeza total", destaca a declaração dos ativistas.

O documento informa que, desde o começo da primeira guerra chechena, em 1994, até março passado, as minas e projéteis sem explodir mataram na Chechênia 715 civis, incluindo 135 crianças, e outros 2.382 ficaram feridos, entre eles 626 menores de idade.

A declaração, entregue às autoridades dessa república russa do Cáucaso, foi assinada pelo presidente da Câmara Pública chechena, Said-Emi Dzhabrailov, e representantes de várias organizações defensoras dos direitos humanos, segundo a agência "Interfax".

O número de atentados terroristas reduziu notavelmente nos últimos dois anos na Chechênia, cenário de duas guerras entre os separatistas e o Exército russo, violência que agora se manifesta com força nas duas regiões limítrofes, a República da Inguchétia e do Daguestão. EFE se/fb

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