Militares hondurenhos iniciam com atraso depoimento perante juiz

Tegucigalpa, 14 jan (EFE).- Os membros da Junta de Comandantes das Forças Armadas de Honduras iniciaram hoje, com mais de três horas de atraso, seu depoimento perante o juiz especial pela expulsão do país do presidente deposto, Manuel Zelaya, informaram fontes judiciais.

EFE |

O depoimento começou por volta das 18h (horário local, 22h de Brasília), embora os militares tivessem chegado por volta das 14h30 (18h30 de Brasília), disseram a jornalistas fontes da Corte Suprema de Justiça (CSJ) que, sem dar mais detalhes, justificaram a demora por causa de uma reunião do plenário para analisar outros assuntos.

A audiência começou com a presença do presidente da CSJ e juiz natural do caso, Jorge Rivera, os seis oficiais que integram a Junta de Comandantes, seus advogados e os promotores do Ministério Público (MP).

O MP acusou os militares no último dia 6 dos delitos de abuso de autoridade e expatriação por terem expulsado Zelaya para a Costa Rica em 28 de junho do ano passado.

A Constituição proíbe a expatriação de hondurenhos.

A Junta de Comandantes das Forças Armadas é integrada pelo chefe e o subchefe do Estado-Maior Conjunto, generais Romeo Vásquez e Venancio Cervantes, respectivamente.

Além disso, pelos chefes do Exército, general Miguel Ángel García Padgett; da Força Aérea, general Luis Javier Prince, e da Força Naval, contra-almirante Juan Pablo Rodríguez; e pelo inspetor-geral das Forças Armadas, general Carlos Cuéllar. EFE lam-gr/ma

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