Militares espanhóis viajam a Haiti para ajudar desabrigados

Madri, 15 jan (EFE).- Um avião da Unidade Militar de Emergência (UME) espanhola, com 40 militares a bordo, partiu hoje de Madri rumo ao Haiti, onde trabalharão na remoção de escombros e ajuda à população.

EFE |

Além desta aeronave, a Espanha já tem preparada outra que "poderia sair hoje mesmo ou amanhã, se for necessário", disse a ministra da Defesa espanhola, Carme Chacón, que se despediu dos militares na base aérea de Torrejón de Ardoz, nas proximidades de Madri.

O terremoto de 7 graus na escala Richter aconteceu às 19h53 de Brasília da terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do país. A Cruz Vermelha do Haiti estima que o número de mortos ficará entre 45 mil e 50 mil.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, havia falado de "centenas de milhares" de mortos.

O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 14 militares do país que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.

A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor.

Diferente do número do Exército, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, aumentou hoje o número de mortos para 17 - considerando as mortes de Luiz Carlos da Costa, funcionário da ONU, e de outro brasileiro que não identificou -, segundo informações da "Agência Brasil". EFE alr/an

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