Militar argelino é morto por bomba escondida em cadáver

Argel, 8 out (EFE).- Um comandante do Exército argelino morreu ontem com a explosão de uma bomba escondida em um cadáver, na província de Msila, a sudeste de Argel, informaram hoje fontes de segurança.

EFE |

O oficial, comandante do subsetor militar da zona de Errich na mesma província, morreu ao tentar levantar o corpo de um idoso, que escondia uma bomba-armadilha, na localidade de Hassi.

O idoso, de 70 anos, tinha sido seqüestrado um dia antes por um grupo terrorista e assassinado para que colocassem a bomba em seu cadáver.

Seu corpo apresentava rastros de tiros e de ferimentos por armas brancas.

A técnica dos cadáveres-bomba não é nova na Argélia; ele foi introduzida nos anos 90 pelo Grupo Islâmico Armado (GIA).

Autor dos mais brutais atentados no país durante a década de 90, a GIA empregou este método em várias ocasiões matando inúmeras pessoas na população civil e nas forças de segurança.

Os terroristas ocultam em algumas ocasiões o explosivo sob o cadáver e em outras o introduzem diretamente em seu interior após tirar as vísceras. EFE sk/jp

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