Michael Jackson era viciado em cirurgias, de acordo com cirurgião

Los Angeles (EUA.), 10 jul (EFE).

EFE |

- Um cirurgião confirmou que Michael Jackson realizou numerosas cirurgias plásticas que diminuíram muito seu nariz, mas que o clareamento de sua pele foi provocado por uma doença, publicou hoje a revista "People".

O médico Wallace Goodstein, que acompanhou as operações do "Rei do Pop" durante os anos 90, assegurou que o artista passava pela clínica "aproximadamente uma vez a cada dois meses e fez entre 10 e 12 cirurgias".

"Fez muitas coisas inapropriadas", afirmou Goodstein, que afirmou que o cantor se submeteu a "muitas cirurgias no nariz, implantes nas bochechas e fez uma fenda artificial em seu queixo, além de cirurgias na pálpebra".

Segundo o testemunho do médico, Michael sempre ia à clínica de estética "clandestinamente" e sempre no fim do dia para evitar ser visto quando entrava e saía.

As operações acabaram, disse o cirurgião, diminuindo muito seu nariz e foi quando o artista foi a uma consulta com o dermatologista Arnold Klein, a quem posteriormente se atribuiu a paternidade dos dois filhos mais velhos do cantor.

"Reconstruí seu nariz usando recheios", afirmou Klein, no dia 8 de julho, em entrevista à "CNN".

"Usei ácido hialurônico (líquido encontrado no olho, por exemplo) e funcionou muito bem. Foi um processo árduo, porque não podia colocar demais. Tive que aplicar a dose exata para que o material pudesse circular e fosse perfeitamente suave", declarou Klein.

Klein afirmou que a palidez da pele de Michael se deveu a um vitiligo, que consiste em uma descoloração irregular da epiderme, o que contradiz a crença popular de que o artista queria ficar branco.

No caso do "Rei do Pop", este problema foi "tão severo que a melhor forma de tratá-lo era com cremes que clareassem as zonas escuras em sua pele para igualar a pigmentação totalmente", apontou Klein.

"Essa foi a decisão. Ele teria que usar maquiagem muito pesada no palco, o que seria ridículo e ele nunca poderia sair em público sem parecer terrivelmente estranho", confessou o doutor. EFE fmx/pd

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