México defende maior intervenção do Estado contra crise alimentícia

Cancún (México), 23 jun (EFE).- O presidente do México, Felipe Calderón, afirmou hoje que a atual crise alimentícia e energética só pode ser enfrentada com uma política que combine de maneira equilibrada um reforço do mercado e uma maior intervenção do Estado.

EFE |

Durante a inauguração do Primeiro Encontro de Ministros de Fazenda da América e Caribe que acontecerá amanhã no centro turístico de Cancún, no Caribe mexicano, Calderón destacou que o mundo enfrenta um entorno adverso com altos preços dos energéticos e dos alimentos, depois que nos últimos anos houve um crescimento com estabilidade.

Ao dar as boas-vindas aos ministros e secretários de Fazenda do continente e aos diretores dos organismos financeiros internacionais, Calderón assinalou que os países da região enfrentam o desafio de evitar que a crise internacional freie os esforços e avanços que alcançados para acabar com a pobreza e a desigualdade.

Participam do encontro ministros e secretários de Brasil, Argentina, Barbados, Bolívia, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Estados Unidos, Guatemala, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Peru, República Dominicana, Suriname, Uruguai e Venezuela.

Também estarão presentes o diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Khan; o presidente do Banco Mundial (BM), Robert B. Zoellick; o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno; e o secretário da Caricom, Edwin W. Carrington. EFE lc/mh

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