Mesmo atirador pode estar por trás de ações que mataram três nos EUA

Segundo polícia, ações que deixaram 3 mortos e 2 feridos na sexta-feira em Tulsa, no Estado de Oklahoma, ocorreram na mesma área

iG São Paulo |

A polícia americana acredita que o mesmo atirador pode estar por trás de uma série de ações nas quais três pessoas morreram e outros dois ficaram gravemente feridos na sexta-feira de manhã no norte de Tulsa, no Estado americano de Oklahoma.

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Segundo a Associated Press, o detetive sargento Dave Walker disse que os investigadores não têm os resultados dos exames forenses ainda, mas a polícia pensa que as ações de sexta-feira de manhã estão ligadas porque elas aconteceram mais ou menos na mesma área e todas as cinco vítimas estavam caminhando quando foram atingidas.

A polícia não acredita que as vítimas se conheciam e estão tentando determinar as circunstâncias por trás dos assassinatos.

Todas as cinco vítimas – os três mortos e dois feridos – eram negros. Líderes da comunidade negra dos EUA se encontraram na tarde de sexta-feira em uma tentativa para diminuir a tensão. Segundo o reverendo Warren Blakney, ativista de direitos civis em Tulsa, alguém parece ter negros como alvo.

Das cinco vítimas, quarto foram encontradas em quintais e outra foi achada na rua. A polícia os mortos como Dannaer Fields, 49 anos, Bobby Clark, 54 anos, e William Allen, 31 anos. Fields foi encontrado cerca de 13h, enquanto Clarke foi achado uma hora depois, e Allen, às 8h30 deste sábado.

Minutos depois de encontrar Fields, a polícia viu dois homens com ferimentos de bala a cerca de duas quadras dali. Eles foram levados para o hospital em condições críticas, mas a expectativa é que eles sobrevivam. Seus nomes não foram divulgados.

O capitão Seteve Odom disse que em seus 30 anos dentro do departamento de polícia, ele nunca havia visto tantas ações desse tipo em um período tão curto de tempo.

O conselheiro da Cidade de Tulsa, Jack Henderson, pediu que a população tenha cuidado, mas que não deixe “uma pessoa louca e demente estragar seu fim de semana”. “Não há necessidade de se tornar vigilante”, disse Henderson ao acrescentar que a polícia está trabalhando no caso 24 horas do dia.

*Com AP

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