Merkel ressalta importância do pacote para reforçar e defender o euro

Berlim, 10 mai (EFE).- A chanceler alemã, Angela Merkel, ressaltou hoje a importância do pacote de crédito estipulado esta madrugada por União Europeia (UE) e Fundo Monetário Internacional (FMI) "para reforçar e defender a divisa comum".

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Berlim, 10 mai (EFE).- A chanceler alemã, Angela Merkel, ressaltou hoje a importância do pacote de crédito estipulado esta madrugada por União Europeia (UE) e Fundo Monetário Internacional (FMI) "para reforçar e defender a divisa comum". "O pacote tem como fim também proteger o dinheiro do povo na Alemanha", disse Merkel em uma breve pronuciamento à imprensa junto ao vice-chanceler e titular de Exteriores, Guido Westerwelle. Após destacar que o euro foi submetido a "fortes ataques" por parte dos especuladores nos mercados financeiros internacionais, Merkel comentou que o acordo alcançado em Bruxelas "é uma ação acertada para defendê-lo". Além disso, ressaltou o anúncio feito por Portugal e Espanha na reunião de Bruxelas sobre sua vontade de "estabilizar" suas economias e orçamentos, para evitarem sofrer uma crise como a da Grécia. A chanceler também fez um apelo à economia para seus parceiros da UE, afirmando que a União deve abordar a reforma de seus tratados e ressaltou a urgência de tomar medidas para acabar com a especulação nos mercados. Em relação ao pacote de créditos estipulado por UE e FMI, ela assegurou que "não é de graça" e que aqueles países que se vejam forçados a fazer uso desses fundos deverão fazer o dever de casa e aplicar estritos programas de estabilização permanentemente verificáveis. A chanceler anunciou finalmente que esta mesma tarde informará aos diferentes grupos parlamentares sobre os acordos alcançados em Bruxelas e disse que o projeto de lei a respeito será aprovado esta terça-feira pelo conselho de ministros. Finalmente comentou que passará seguidamente a seu debate para sua aprovação pelas duas câmaras parlamentares, embora não se chegará a um procedimento de urgência como, na semana passada, quando foram votadas as ajudas para a Grécia, já que a situação não é tão crítica. EFE jcb/ma

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