Médico de Michael Jackson vai se declarar inocente se for acusado da morte

Los Angeles (EUA), 8 fev (EFE).- O médico de Michael Jackson, Conrad Murray, vai se declarar inocente caso sejam confirmadas as acusações contra ele pela morte do rei do pop, quando a promotoria de Los Angeles apresentar hoje o caso perante os tribunais, informou o site TMZ.

EFE |

Murray pode ser acusado pelas autoridades de homicídio involuntário por ter dado ao cantor os remédios que, segundo a autópsia, foram responsáveis por sua morte, no último dia 25 de junho.

A imprensa americana adiantou que Murray, médico pessoal de Michael durante os últimos anos, vai se apresentar voluntariamente aos tribunais, meia hora antes de a promotoria entregar ao juiz o relatório de sua investigação com as possíveis acusações.

Acredita-se que a Corte vai estabelecer uma fiança de US$ 25 mil, que será depositada por Murray. Em seguida, o médico deve deixar Los Angeles, seguindo para Las Vegas ou Houston.

Dezenas de jornalistas aguardam à entrada dos tribunais para seguir o possível processo contra Murray, que pode ser condenado a até quatro anos de prisão.

As autoridades reforçaram as medidas de segurança na zona para evitar aglomerações, pois acreditam que o médico corre riscos, pois muitos fãs e admiradores do astro pop consideram que ele matou o cantor.

Conrad Murray foi considerado, perante a opinião pública, o principal responsável pela morte do artista, mas após meses de investigação a promotoria ainda não apresentou acusações contra ele.

Michael Jackson morreu subitamente por uma "intoxicação aguda" de medicamentos e sedativos, segundo o relatório legista, que assinalou que o calmante Propofol foi o principal causador da morte.

Nos interrogatórios posteriores, Murray disse que o cantor tinha pedido uma série de remédios, entre eles o Propofol, para ajudar a regular o sono.

O médico garantiu que, quando percebeu que Michael Jackson passava mal, tentou reanimar o artista e depois deu a ordem de chamar os serviços de emergência de Los Angeles, que o transferiram a um hospital da cidade onde foi confirmada sua morte pouco depois.

EFE fmx/fm

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