Médico de Michael Jackson se apresenta voluntariamente em tribunal

Los Angeles (EUA.), 8 fev (EFE).

EFE |

- O médico pessoal de Michael Jackson, Conrad Murray, compareceu hoje perante os tribunais de Los Angeles para enfrentar as acusações de homicídio involuntário apresentados pela promotoria que o acusa pela morte do "rei do pop".

Murray se apresentou de forma voluntária aos juízes pouco antes das 13h locais (19h de Brasília), entre gritos de "assassino" lançados por um pequeno grupo de fãs do cantor.

No Tribunal, estavam presentes os pais do cantor, Joe e Katherine Jackson, assim como os irmãos Jermaine, Randy, Tito e LaToya.

Após sete meses de investigação, a promotoria acusou Murray formalmente, hoje, de acabar com a vida de Jackson sem premeditação, e pode ser condenado a até quatro anos de prisão.

A decisão das autoridades, embora esperada e antecipada pela imprensa nas últimas semanas, foi mal recebida pelos familiares do "rei do pop".

"Eles pensavam que as acusações deveriam ter sido mais sérios que homicídio involuntário. Houve uma falta de consideração pela segurança da vida humana", comentou Brian Oxman, advogado do pai do cantor.

Michael Jackson morreu no dia 25 de junho do ano passado, vítima de uma intoxicação aguda de remédios que Murray lhe forneceu para tratar de sua insônia. EFE fmx/fm

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