Washington, 2 fev (EFE).- Conrad Murray, médico de confiança do ídolo pop Michael Jackson, está disposto a se entregar às autoridades americanas se for acusado de responsabilidade na morte do cantor, garantiu hoje seu advogado, Ed Chernoff, segundo o jornal Los Angeles Times.

As declarações de Chernoff foram feitas após serem divulgadas informações não confirmadas sobre uma possível acusação formal de homicídio contra Murray pelas autoridades da Califórnia.

"Não há informações que me levem a crer que ele será acusado nesta semana, no entanto, se isso ocorrer, deixamos claro que ele está disposto a se entregar" para colaborar, declarou Chernoff, segundo o site do jornal.

Segundo documentos policiais, Murray admitiu ter receitado o medicamento anestésico Propofol ao cantor pouco antes de sua morte, no dia 25 de junho do ano passado.

A autópsia feita ao corpo de Michael Jackson indicou que sua morte tinha sido por homicídio, e aconteceu em consequência de uma "intoxicação aguda com Propofol" combinado com outros sedativos.

As especulações sobre o destino do médico nos próximos dias aumentaram após sua chegada a Los Angeles.

Chernoff disse que Murray tinha chegado à cidade para tratar assuntos pessoais e também queria se encontrar com seus advogados.

EFE ojl/fm

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