Médico de Michael Jackson é indiciado por homicídio culposo

O médico particular do cantor Michael Jackson, Conrad Murray, foi indiciado nesta segunda-feira por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) involuntário pela morte do astro. O cardiologista, que estava ao lado de Jackson no dia da morte, em 25 de junho de 2009, pode pegar até quatro anos de prisão caso seja considerado culpado.

iG São Paulo |

Murray se apresentou de forma voluntária aos juízes pouco antes das 13h locais (19h de Brasília), entre gritos de "assassino" lançados por um pequeno grupo de fãs do cantor.

No Tribunal, estavam presentes os pais do cantor, Joe e Katherine Jackson, assim como os irmãos Jermaine, Randy, Tito e LaToya.


Insônia
Murray é acusado de ter intoxicado o cantor com uma overdose de anestésico propofol e do sedativo lorazepam.

Segundo o relatório divulgado pelo legista em agosto, estas seriam as "drogas primárias responsáveis pela morte de Michael Jackson".

Além das duas, outras quatro drogas foram encontradas no corpo do cantor, entre elas diazepam, lidocaína e efedrina.

De acordo com um relatório divulgado anteriormente, o médico afirmou que estava tratando o cantor com o anestésico propofol para um problema de insônia.

Murray afirmou, no entanto, que estava preocupado já que o cantor estaria se viciando no remédio e tentou mudar a medicação.

*com BBC Brasil e EFE

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