Médico de Michael Jackson diz que não é suspeito

O médico de Michael Jackson declarou na noite de sábado, através de uma porta-voz, que não era um suspeito da morte do artista e que passou horas tentando consolar a família do Rei do Pop.

AFP |

Conrad Murray, um cardiologista que teria sido a única pessoa que estava junto de Jackson por ocasião da morte, na quinta-feira, compareceu pela segunda vez para prestar depoimento na polícia de Los Angeles na presença de seu advogado.

Segundo a porta-voz Miranda Sevcik, na ocasião, o médico "esclareceu alguns fatos inconsistentes" sobre a morte do cantor.

"Os investigadores preferem considerá-lo uma testemunha da tragédia", disse Sevcik em comunicado.

Acrescentou que Murray - que possui consultórios em Las Vegas e em Houston - permanece em Los Angeles desde a morte do músico.

"Foi na ambulância que levou o cantor ao hospital e ficou lá durante horas", afirmou Sevcik, acrescentando que "continuará cooperando completamente com as autoridades e pede orações pela família Jackson".

Segundo versões da imprensa americana, Murray teria administrado a Jackson uma injeção de Demerol pouco antes da morte.

sct/mk/sd

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