Fernando Mexía Los Angeles (EUA.), 5 abr (EFE).

- O doutor Conrad Murray poderá seguir exercendo a medicina, ao menos até o dia 14 de junho, data fixada hoje para uma nova audiência sobre o caso da morte de Michael Jackson em que ele é acusado de homicídio involuntário.

O juiz Michael Pastor, da Corte Superior do condado de Los Angeles, decidiu adiar a decisão sobre a revogação da licença de Murray por dois meses, tempo no qual o médico ficará livre para atender pacientes na Califórnia (EUA.), apesar de não poder receitar calmantes ou analgésicos.

Caso seja declarado culpado, Murray pode pegar uma pena de até quatro anos de prisão. Atualmente o médico se encontra em liberdade sob uma fiança de US$ 75 mil.

Michael Jackson morreu no dia 25 de junho vítima de uma intoxicação aguda de remédios, especialmente do anestésico de uso hospitalar propofol, que o doutor Murray confessou haver administrado ao cantor para o ajudar a dormir.

Após uma investigação que durou meses, o médico foi considerado responsável pela morte de Jackson pela promotoria. EFE fmx/pb

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.