Uma molécula injetável descoberta na França mostrou resultados promissores durante testes em pacientes com lúpus eritematoso, uma doença inflamatória crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, revelaram pesquisadores franceses.

A equipe dirigida por Sylviane Muller, do Instituto de Biologia molecular de Estrasburgo (leste da França), descobriu em 2001 um fragmento de proteína, o peptídio P140, capaz de tratar ratos afetados pelo lúpus.

Os testes foram realizados na Bulgária, com 20 pacientes, e os primeiros resultados são "bastante alentadores" e confirmam que esta molécula, batizada "peptídio P140", é um "muito bom candidato" para tratar desta doença, que causa invalidez e afeta adultos jovens, especialmente mulheres, segundo o Centro Nacional de Pesquisa Científica da França.

bc/LR

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