McCain visita centro técnico da General Motors em Michigan

Washington, 18 jul (EFE) - O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, visitou hoje o Centro Técnico da General Motors (GM), na localidade de Warren (Michigan), para observar o desenvolvimento do carro elétrico Chevrolet Volt.

EFE |

Mais tarde, McCain teve um encontro público com centenas de trabalhadores da fabricante de automóveis, no qual respondeu às suas perguntas.

O candidato republicano, durante sua visita ao Centro Técnico, foi acompanhado do presidente e executivo-chefe da GM, Rick Wagoner, e do vice-presidente da companhia, Bob Lutz.

O centro está desenvolvendo o Chevrolet Volt, um revolucionário veículo elétrico que a GM quer colocar à venda em 2010.

McCain, que lançou a idéia de iniciar um concurso de US$ 300 milhões para melhorar as baterias dos veículos elétricos, subiu em um modelo do Chevrolet para observar detalhadamente o painel de controle do veículo.

O porta-voz de McCain, Taylor Griffin, afirmou que "a visita ressalta a inventividade dos trabalhadores americanos e a colocação inovadora de John McCain para resolver nossas necessidades energéticas".

McCain destacou que, caso seja eleito presidente, instaurará um crédito fiscal de US$ 5 mil para quem comprar um veículo de emissões zero, o que, em sua opinião, incentivará os fabricantes a produzir estes veículos.

Durante o encontro com os trabalhadores da GM, McCain expressou apoio para que cada estado do país fixe seus próprios padrões de emissões, um dos temas mais polêmicos hoje em dia na indústria.

O jornal "The Detroit News" destacou em sua edição eletrônica que a postura de McCain contradiz com declarações anteriores do senador republicano, nas quais tinha expressado seu desejo de estabelecer um padrão nacional sobre emissões de veículos.

"Suponho que, no fim das contas, seja favorável a que os estados sejam capazes de fazê-lo", respondeu McCain a uma pergunta do público sobre a regulação dos padrões de emissões.

Vários estados, entre eles Califórnia, querem estabelecer suas próprias normas, ao que a Agência de Proteção Ambiental do país (EPA) se negou até agora.

Os fabricantes consideram que se os estados estabelecem suas próprias regulações, o custo para poderia se situar nos bilhões de dólares. EFE crd/db

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