McCain sabe que EUA precisam estar na ofensiva, diz Bush

O presidente dos Estados Unidos afirmou nesta terça-feira que o virtual candidato republicano à Presidência americana, o senador John McCain, compreende as lições de 11 de setembro de 2001, que para proteger a América, devemos ficar na ofensiva, impedir ataques antes que eles aconteçam, e não esperar que eles voltem a acontecer.

BBC Brasil |


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O pronunciamento de George W. Bush foi realizado através de videolink, a partir da Casa Branca. O líder americano iria participar ao vivo da convenção, na segunda-feira, mas cancelou sua presença devido ao furacão Gustav , que atingiu a região costeira do sul dos Estados Unidos.

O furacão encurtou a agenda do encontro e lançou uma série de indefinições sobre a programação da convenção.

O presidente lembrou o fato de que o furacão deixou um legado de destruição muito inferior ao esperado, mas enfatizou que ainda existem riscos representados pela tempestade tropical.

Em seu discurso, Bush fez alusões à biografia de McCain, em especial a seu passado como prisioneiro de guerra, durante o conflito no Vietnã, quando o senador passou anos em cativeiro e teria sido torturado.

''Se o Hanói Hilton (apelido pelo qual ficou conhecida a prisão em que McCain ficou detido) não alterou a determinação de John McCain em fazer o que é certo para nosso país, então, a esquerda irada nunca irá alterá-la.''

''A vida de John McCain preparou-o para tomar duras decisões. Ele está pronto para comandar este país'', afirmou.

Os comentários de Bush foram vistos por um auditório lotado de delegados, muitos dos quais carregavam cartazes com os dizeres que se tornaram o mote da convenção: País em Primeiro Lugar, mensagem que também adornava os estandes do Xcel Center, sede do evento.

Bush foi apresentado por sua mulher, a primeira-dama Laura Bush , que disse estar entusiasmada com a ''chapa empolgante'' republicana, formada por ''um verdadeiro herói americano e uma executiva e verdadeira reformista, a governadora Sarah Palin''.

A primeira-dama acrescentou que estava empolgada com o fato de que ''a primeira vice-presidente dos Estados Unidos será uma republicana''.

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