Miami, 17 out (EFE) - O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, reiterou hoje em Miami que não se reunirá sem condições com os irmãos Raúl e Fidel Castro até que os presos políticos em Cuba sejam libertados. McCain disse que não se reunirá com os líderes cubanos enquanto mantiverem prisioneiros políticos, continuarem sufocando a imprensa e bloqueando as eleições livres em Cuba, ressaltou em um comício realizado na Universidade Internacional da Flórida (FIU), de Miami. Nesse sentido, afirmou que, se for eleito presidente, seu Governo pressionará Cuba para que liberte os cubanos. Aproxima-se o dia em que Cuba será livre, afirmou a um auditório composto por muitos partidários de origem hispânica.

McCain se encontra de visita de novo na Flórida, considerado um estado-chave para o candidato republicano nas eleições de 4 de novembro, Ao lado de sua esposa Cindy e do senador independente Joseph Lieberman, McCain defendeu sua intenção, caso seja eleito, de não dificultar a venda de produtos americanos no exterior e "eliminar mais postos de trabalho", como Obama propõe, segundo ele.

Além disso, McCain afirmou que a receita do democrata Barack Obama de "subir os impostos e restringir o comércio" afundaria o país em uma depressão como a de 1929.

Em um esforço para reverter as pesquisas neste estado, McCain tenta amparar sua base de eleitores e captar o apoio do influente exílio cubano do sul da Flórida, principalmente do condado de Miami-Dade. EFE emi/db

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