McCain diz apoiar Obama, mas faz ressalvas sobre Guantánamo

Washington - O ex-candidato à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, declarou nesta sexta-feira apoio à decisão do presidente Barack Obama de fechar a prisão de Guantánamo, mas alertou que o grande problema é saber o que fazer com os detidos.

EFE |

  • Hillary Clinton diz que América entra em uma "nova era"
  • Comitê financeiro do Senado aprova Geithner para secretário do Tesouro
  • Obama pede a Israel que abra fronteiras de Gaza para entrada de ajuda
  • Obama se compromete a defender direito ao aborto
  • "Com todo respeito, a ordem de fechar Guantánamo é a parte fácil", disse o senador republicano pelo Arizona em entrevista ao programa "Larry King Live", da rede de televisão "CNN".

    McCain, derrotado por Obama na corrida eleitoral, frisou que o problema para o novo Governo é aonde enviar os cerca de 240 detidos que permanecem na prisão.

    Uma parte deles, entre 50 e 60, segundo algumas fontes, já receberam sinal verde para sua libertação e o governo planeja transferi-los a outros países.

    Para McCain, teria sido mais aconselhável resolver o destino final desses detidos antes de dar a ordem de fechar a prisão.

    "Esse vai ser um problema muito difícil de resolver. Haverá muitos lugares que se negarão a recebê-los", argumentou.

    No entanto, o legislador disse que Obama pode contar com toda sua colaboração para resolver esse problema.

    "Trabalharemos com ele", assinalou o senador, que também disse estar disposto a cooperar "no que for possível" com o novo governo.

    Leia também:


    Leia mais sobre: Barack Obama

      Leia tudo sobre: mccain 2008obama

      Notícias Relacionadas


        Mais destaques

        Destaques da home iG